😡🚨 “Mais de 60 socos no rosto dela… dentro de um elevador.”

Agora ele divide cela com outros 6 presos. E o Brasil inteiro assiste.

Na última semana de julho, o país parou chocado.
Igor Eduardo Pereira Cabral, ex-jogador de basquete, foi flagrado pelas câmeras de um condomínio de luxo em Natal cometendo um dos atos mais brutais de violência contra a mulher já vistos publicamente:

Ele espancou sua namorada com mais de 60 socos. Dentro de um elevador. Sem que ela tivesse chance de reação.

As imagens circularam pelas redes, pela imprensa e pela indignação coletiva.
Um crime que não se esconde. Que não dá margem para dúvidas.


🩻 A vítima entre cirurgias e traumas

A jovem agredida sobreviveu. Mas luta, agora, para reconstruir o rosto e retomar a vida.
Ela foi submetida a uma cirurgia delicada no rosto, após fraturas no maxilar, no osso da bochecha e ao redor dos olhos. O procedimento, feito no Hospital Universitário Onofre Lopes, tenta restaurar não apenas ossos, mas dignidade — e talvez alguma paz.


🧊 E ele?

Igor foi transferido nesta sexta (1º) para a Cadeia Pública Dinorá Simas, após passar por uma cela comum com outros detentos.
A defesa queria isolamento, alegando risco à integridade física dele.

Mas a Secretaria de Administração Penitenciária recusou:

“Ele está em uma ala segura, como todos os outros presos.”

E agora, ele segue à disposição da Justiça — acusado de tentativa de feminicídio.


💔 Não foi um caso isolado. Foi um alerta.

Este não é só um episódio brutal.
É mais um retrato fiel da violência contra a mulher no Brasil.
Dentro de relacionamentos, dentro de lares, dentro de espaços públicos.

O elevador, onde tudo aconteceu, virou símbolo de horror.
Mas também pode se tornar um símbolo de justiça — se o país escolher não esquecer.
E principalmente, não perdoar esse tipo de covardia com silêncio.


✊ O que você pode fazer?

  • Não compartilhe vídeos da agressão: isso revitimiza.
  • Compartilhe a indignação, sim, mas com responsabilidade.
  • Apoie iniciativas que protejam e acolham mulheres em situação de risco.
  • Pressione por justiça. Denuncie sempre.

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