TRAGÉDIA NO CEARÁ: MULHER MORRE APÓS SOCO DO GENRO E QUEDA FATAL
Um caso de violência doméstica terminou em morte e deixou a comunidade em choque.
NOITE DE BEBEDEIRA TERMINA EM PESADELO
O que deveria ser apenas mais uma reunião de amigos no bairro Vila Esperança se transformou em uma cena de horror.
Cícera Rodrigues, 44 anos, mãe de sete filhos, viu sua vida acabar de forma brutal após uma discussão envolvendo o genro, Antônio Monteiro.
DISCUSSÃO, CIÚMES E UM GOLPE MORTAL
Segundo testemunhas, a noite estava marcada por bebida e conversa. Mas bastou um ataque de ciúmes para tudo sair do controle.
Antônio perdeu a cabeça e agrediu sua companheira. Cícera tentou intervir — e pagou o preço.
Um soco violento atingiu a mulher, que caiu ao chão e bateu a cabeça com força.
A ÚLTIMA NOITE DE CÍCERA
Ainda consciente após a queda, Cícera pediu para ser levada ao quarto. Deitou-se, tentando se recuperar.
Horas depois, o silêncio tomou conta da casa: pela manhã, familiares a encontraram sem vida.
PRISÃO DO AGRESSOR
A polícia foi acionada imediatamente. Agentes do CPRaio cercaram a região e encontraram Antônio escondido na casa da mãe.
Preso em flagrante, ele agora responderá por feminicídio.
UM PASSADO DE VIOLÊNCIA
A tragédia não aconteceu por acaso.
Em dezembro de 2023, Antônio já havia sido preso por agredir a mesma companheira: chutes, socos e até mordidas.
Mesmo com medidas cautelares, nada foi suficiente para impedir o desfecho fatal.
MÃE, FILHOS E UM FUTURO DESPEDAÇADO
Cícera deixou sete filhos. Entre eles, a companheira de Antônio, mãe de uma criança com o acusado.
O drama agora se espalha por toda a família: filhos sem mãe, neto sem avó e uma comunidade mergulhada em dor.
REFLEXÃO: QUANDO A VIOLÊNCIA NÃO TEM FREIO
O caso expõe, mais uma vez, a falha das medidas de proteção às mulheres.
Até quando histórias como a de Cícera vão se repetir?
A violência de gênero segue sendo um ciclo de dor que ceifa vidas e destrói famílias.
UM GRITO POR JUSTIÇA
Enquanto a comunidade chora, cresce o clamor para que o feminicídio de Cícera não seja apenas mais uma estatística.
Que sua morte brutal sirva de alerta: nenhuma mulher deve viver com medo dentro da própria casa.
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