Perícia confirma horror: cavalo de Bananal estava vivo quando teve patas decepadas, e Brasil reage em choque
O caso que já vinha tirando o sono dos brasileiros ganhou um desfecho ainda mais cruel nesta quarta-feira (27). A perícia oficial da Polícia Civil revelou aquilo que todos temiam: o cavalo mutilado em Bananal (SP) estava vivo no momento em que teve suas patas cortadas brutalmente a golpes de facão.
A revelação derruba por terra a versão dada pelo acusado Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, tutor do animal, que havia declarado em depoimento que o cavalo já estaria morto de exaustão antes do ato bárbaro.
O laudo que expôs a crueldade
De acordo com o delegado Rubens Luiz Fonseca Melo, que divulgou o resultado nas redes sociais, a perícia constatou a presença de hematomas no corpo do cavalo. Esses sinais, segundo os especialistas, só aparecem quando o sangue ainda circula pelo corpo, ou seja, quando há vida.
A confirmação jogou luz sobre a dimensão do crime e deixou a população ainda mais revoltada.
A versão desmontada
Andrey havia dito que, após uma cavalgada de mais de 15 km, o cavalo teria caído morto de exaustão, e que ele apenas teria cortado as patas para “facilitar o descarte do corpo” em uma ribanceira.
Com o laudo, essa narrativa caiu por terra: o ato não foi apenas mutilação, mas um gesto de crueldade consciente contra um animal vivo.
A revolta toma conta do Brasil
A notícia caiu como uma bomba nas redes sociais. A ativista Luísa Mell foi uma das primeiras a reagir:
“Monstros! Não podemos aceitar! Exigimos punição exemplar! Estes covardes têm que pagar pelo que fizeram!”
A cantora Ana Castela, que também se manifestou, pediu mobilização popular para que o caso não seja esquecido:
“Que o Brasil não deixe este crime impune. É nosso dever lutar por justiça.”
Um vídeo que o país não esquece
O crime já havia chocado o país quando o vídeo da mutilação viralizou. O cavalo, exausto após ser forçado a caminhar longos quilômetros, tombou de cansaço. Foi nesse momento que, segundo a própria confissão do tutor, ele — embriagado — cometeu o ato bárbaro.
A gravação, feita por testemunhas, circulou amplamente e se tornou símbolo da luta contra a crueldade animal no Brasil.
Justiça e punição
Agora, com a prova pericial em mãos, a Polícia Civil deve endurecer o enquadramento do crime. O caso já gerou notas de repúdio de organizações de defesa animal e até de autoridades políticas, aumentando a pressão por uma pena mais dura.
Enquanto isso, o Brasil segue chocado, pedindo que esse não seja apenas mais um caso que “viralizou e sumiu”, mas que sirva de marco para a punição severa e a conscientização contra maus-tratos.
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